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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Actividades da Sociedade Recreativa Colense - Concurso de Fotografia

Estão expostas na sede da Sociedade Recreativa Colense as fotografias relativas ao 1º Concurso de Fotografia, que tem como tema a Vila de Colos.
Sete foram os fotógrafos que em boa hora resolveram participar neste concurso, com três fotos cada, vinte e uma fotos no total a concurso.
São diversas as fotografias apresentadas, onde podemos observar as diversas sensibilidades para o mesmo tema.
As paisagens estão em maioria, a nossa terra, através dos seus montes e cerros a sul e oeste proporcionam sempre bonitas e inesquecíveis imagens de Colos, principalmente nesta altura do ano, a primavera com o verde a dominar.
Temos também a paisagem "urbana" de Colos, as suas igrejas e capelas, as suas ruas, lugares e diferentes perspectivas de olhar a terra, até um retrato lá está.
Numa opinião muito pessoal, tenho pena de o concurso não ter sido mais participado, com mais concorrentes e, consequentemente, mais fotos e mais qualidade, não que a qualidade esteja ausente neste conjunto de fotografias, foram apresentadas a concurso fotografias com muita qualidade, olhares extremamente sensíveis que captaram imagens que nos fazem olhar para os mesmos lugares com outros olhos, observar os contextos de outra forma.
A fotografia é uma forma de magia. Magia na medida em que se consegue registar a realidade de uma forma tão real.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Juventude e educação, o hoje e o ontem - A Involução

Olhando a minha terra, a juventude e as novas gerações, não vislumbro qualquer esperança no futuro. Em comparação com o passado, tudo está radicalmente diferente, para pior, por exemplo, antes da malfadada revolução dos cravos, os jovens do Estado Novo tinham objectivos concretos na vida, que eram, fundamentalmente, a procura da sua independência, que se queria cedo, através duma profissão remunerada que lhe permitisse constituir família o mais depressa possível e o mais cedo possível.
Não tinham dinheiro e sabiam que na vida, teriam que vencer pelo esforço e pelo trabalho e que a falta do esforço e do trabalho tinha, normalmente, consequenciais penosas.
A primeira perturbação deste universo foi provocada por uma crise dos valores tradicionais que a revolução de Abril destruiu e subverteu em libertinagem e falsa liberdade.
Os pais de família novos-ricos começam por não acreditar na família. A crise familiar é um mau exemplo que vem de cima, e dentro da maneira como se vivem as relações familiares actualmente, não é possível exigir da juventude que acredite nela como exemplo a seguir.
Mas não só: as actuais famílias apenas acreditam na ditadura do dinheiro, é a cultura do materialismo, e demitiram-se do resto, educação tradicional, valores, história, heranças, etc…
As pedagogias modernas insurgem-se contra os castigos aplicados ás más acções como forma de sanção disciplinar e os jovens têm consciência de que, pelo menos no seu universo familiar as acções são inconsequentes. As forças espirituais por sua vez, falam do pecado com muito pouca convicção e acabaram por criar muito mais situações de interrogação e de dúvida, do que de fé, de esperança e de confiança.
Eu não digo que eram boas todas as formas em que se vivia, mas digo que com a sua destruição era necessário substitui-las por outras iguais ou melhores.
Foi isso que não se verificou, se os esquemas de educação eram “repressivos” deveriam ter substituídos por outros que dessem aos jovens autonomia, independência e confiança em si próprios, o que se obteria em clima de maior rigor politico e de autoridade de estado que iria criar exigência e excelência.
A juventude moderna vive com demasiadas facilidades, os pais compram, com dinheiro e presentes, o afecto dos filhos que vêem fugir-lhes. Temos assim dois cenários: por um lado juventude beneficiada que passou a viver com o dinheiro que sobra dos bolsos de uma franja da sociedade que tem mais do que o necessário para as suas necessidades, e por outro lado uma imensidão de jovens oriundos de famílias carenciadas das grandes periferias das cidades que fazem da marginalidade forma de vida, roubando, matando e violando, infelizmente essa realidade vai, pouco a pouco, também chegando à província onde me encontro e destruindo os últimos redutos de tranquilidade campestre.
Uma facilidade que passou do dinheiro para os próprios comportamentos e que se pode notar pela diferença que vai entre uma juventude que se via lutar pela vida em qualquer trabalho, porque todos os trabalhos são honrados, para uma juventude que apenas se preocupa em viver excessivamente depressa e em completa desordem mental e física.
Estou convencido que a actual crise da juventude vem fatalmente da insegurança e falsas expectativas que se lhe criou e que esses factores, - a insegurança afectiva, ideológica, espiritual e morais, principalmente moral – que ela disfarça na dispersão em que anda e nas agressões que manifesta vem exactamente do amor que lhes falta, e que muitas vezes não receberam e que por isso não aprenderam a dar, e da confiança que perderam em quem lhes devia dar o exemplo – Os pais, filhos da revolução de Abril que tudo corrompeu com as falsas ideologias e promessas de liberdade utópicas.
Não cabe aos governos obrigar os pais e os educadores a darem os bons exemplos, nem os governos são as entidades mais indicadas para criar motivações, valores e relações entre as pessoas, que possam dar á juventude a confiança nos outros que lhe é necessária para crescer e criar novas gerações de Portugueses capazes de manter a tradição e valores únicos de uma Pátria com 860 anos de história.
Os governos podem e devem criar e assegurar as instituições de ensino, para os que quiserem aprender a valorizar-se e a valorizar Portugal.
Podem e devem criar instituições de cultura popular, de desporto, de ocupação de tempos livres, para os que delas quiserem beneficiar para dar à vida um sentido e uma razão.
Podem e devem assegurar a ordem pública, e sempre que ela for perturbada pela juventude ou seja por quem for agir sempre com o objectivo máximo de educar e disciplinar. E poderiam, se isso fosse solução, submeter a juventude à disciplina do que se chama a “caserna jovem nacional”, onde os problemas da juventude se não põem, porque uma ordem nacional implacável não o permitiria.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Novo motard em Colos

O nosso conhecido Celso, resolveu aderir aos "motards", mas a escolha da mota é que poder ser considerada, no mínimo, discutível, mas ao menos pela preservação do veiculo tem todo o mérito.
Há, já me esquecia, o capacete também é do mais original que existe, já não se vêem por ai muitos, preserva isso bem Celso que tens ai uma raridade
Até a buzina é de época......

domingo, 25 de abril de 2010

25 de Abril - Toca a comemorar os dias da (falsa) Liberdade

Antes do 25 de Abril a PIDE levava a cabo perseguições políticas a dissidentes do regime vigente (vulgo comunistas). Dizem eles, os comunas e outros tais, que na altura «bastava haver um agrupamento de 3 ou 4 pessoas numa universidade, por exemplo, para aparecerem os gorilas enviados pela PIDE a mandar dispersar as pessoas. Eram detidas pessoas que o seu crime era apenas não concordarem com o regime».
Ora bem, hoje, passados 36 anos, estamos muito mais evoluídos e modernos. Já não há gorilas nas universidades; hoje são escritores e trabalham nos jornais. Os seus mentores não são meros inspectores; são modernos e cosmopolitas empresários. Já não há uma polícia política (PIDE); agora há três (SIS, PJ e DCCB). Dantes não havia julgamentos políticos, as pessoas eram enviadas para a prisão; agora as pessoas são enviadas para a prisão, mas têm direito a julgamento. Pronto, nada é perfeito, porque essas pessoas estão condenadas à partida e os julgamentos são "para inglês ver", mas é uma evolução, não haja dúvida. A base das acusações são igualmente estúpidas, "crimes contra a Humanidade", "defesa do Genocídio", "negação do Holocausto", etc, etc, etc, mas evoluiu-se bastante, porque dantes nem se explicava às pessoas que elas estavam a "cometer um crime contra a Humanidade" (aliás, na altura, nem se sabia bem o que era Humanidade) e hoje explica-se. E, hoje, sabe-se o que é a Humanidade e, portanto, sabe-se como defendê-la. Um exemplo: manda-se tropas portuguesas para o Afeganistão, para defender uma coisa qualquer que não se sabe bem o que é, e defende-se a Humanidade. Essas tropas portuguesas, são as mesmas que há 40 anos foram humilhadas e impedidas de defender o Ultramar Português, de defender o que era nosso contra o imperialismo americano e o comunismo soviético, são essas tropas que hoje lutam e morrem em terras distantes em nome de interesses obscuros, mas não faz mal porque agora vivemos em democracia e defendemos a Humanidade, Outra maneira de defender a Humanidade é legalizar e permitir que os homossexuais "casem" e adoptem crianças. Ora, isto, é defender a Humanidade. Ser contra isto é cometer um crime, estamos no bom caminho, comandados por minorias.
Antigamente prendiam-se pessoas que «se reúniam subversivamente para conspirar contra o regime». Hoje, na Europa da Cultura, prendem-se pessoas que assistem a concertos musicais de cariz nacionalista (independentemente do que lá se canta, porque ninguém tem nada a ver com isso - quer dizer, pelo menos teoricamente não têm, e se calhar eu achar que não têm é a minha ingenuidade a vir ao de cima). Mas acho que, com diálogo (quem não se lembra do pobre Guterres), tudo se pode resolver. Era criar uma comissão de censura para avaliar previamente o que se poderia cantar, ou não, em concertos musicais (mesmo que privados) e tudo seria, assim, muito mais fácil. Claro que isso poderia ser considerado censura mas, porra, está em causa a sobrevivência da Humanidade. Lembrem-se do concerto no Afeganistão..........
Antes, dizem, tínhamos um ditador, Dr. Oliveira Salazar, o tal que salvou o país do caos financeiro instituído a partir da 1ª República, o tal que transformou Portugal num país respeitado no mundo, o tal que, com uma habilidade rara nos manteve neutrais no decorrer da 2ª Guerra Mundial, e mesmo assim conseguindo negociar com Alemães e Aliados, amealhando ouro e riqueza que ainda hoje são utilizados para adiar a inevitável bancarrota, o tal que morreu pobre dedicando a vida ao serviço público defendendo intransigentemente os interesses de Portugal no mundo.
Hoje somos modernos, somos governados por um 1º Ministro que não se sabe bem o que é ou deixa de ser, para alem de mentiroso compulsivo e federasta assumido, uma espécie de vira casacas ao serviço da Europa Federalista, disposto e empenhado em transformar Portugal numa mera província europeia, completamente dependentes de tudo e de todos, estamos modernos sim senhor! Pobres mas modernos!

E não tarda já está  ai o 1 de Maio, e para não perder a embalagem da festa:

No Inatel, antiga FNAT, copiada da KdF de Hitler, comemora-se o 1º de Maio, dia do trabalhador. Antes de mais importa saber o que é, actualmente, um trabalhador. A grande referência dos trabalhadores em Portugal, foi, durante muitos anos, Torres Couto, é um trabalhador. Ou seja, hoje em dia um trabalhador é uma pessoa que consegue roubar umas centenas de milhar de contos aos fundos da União Europeia sem ir a julgamento. Depois aparece nos comícios a exigir mais justiça social, mais empregos, menos impostos, tudo isto aliado à vinda de mais imigrantes. No fundo um trabalhador, hoje em dia, é um mágico.
Mas há mais trabalhadores por aí. Há, por exemplo, o trabalhador socialista Paulo Pedroso, que conseguiu a proeza de, mesmo acusado do crime mais hediondo da actualidade, (Pedófilia) arrancar palmas dos seus homólogos (de serem trabalhadores, entenda-se) deputados no parlamento. É obra (de trabalho) e, portanto, magia...
Honra, portanto, ao dia mágico do trabalhador. Toca a comemorar, que temos razões para isso, se a condição psico-física permitir, porque dia 1 ainda estamos enebriados das comemorações organizadas pelos mágicos de Abril.
As pessoas são as unidades basicas das nações, as pessoas devem de ser unas para que as nações sejam unas e fortes. por isso eu quero um portugal branco (não preto, cigano, estrangeiro ou amarelo ) e de tradição cristã (não islâmico, não judeu, não pagão) ,acima de tudo o que eu quero é um simples Portugal, a minha terra,  portuguesa , uma terra de gente familiar no meio da qual me possa sentir em casa!
Acima de tudo julgo que isto sim, deveria de ser um direito humano e não toda essa merda que nos vendem nessa cartilha todos os dias divulgada nas televisões, jornais e rádios.
Nós, aqueles como eu, somos da fronteira as sentinelas e os guerreiros maiores da Lusitânia.
Aqui nascemos em eras bem remotas: fica-nos longe o mar das caravelas onde os lenços do adeus e da saudade são asas agitadas das gaivotas...
Outras asas porém, d´águias reais, voando ainda mais alto, junto aos céus, fazem ninho nos píncaros da serra, e com garras mais finas que punhais o defendem, mostrando ao mundo inteiro como é que se defende a nossa terra!

Gerações

A impotência de hoje paralisa as nossas mãos. Mas saibamos tornar a nossa angústia útil à geração que nos vai substituir. Seremos a pedra com a qual os nossos filhos farão um pilar da casa futura e educação é simplesmente a alma de uma sociedade a passar de uma geração para a outra
No fim de tudo, a humanidade que deveria ter seis mil anos de experiência, recai na infância a cada geração.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Exposiçã de Rafeiros da Alentejo na Escola de Colos

A Escola de Colos, juntamente com a ACRA, promeveu um encontro de divulgação e exposição de cães da raça Rafeiro do Alentejo.
O evento teve lugar dia 20 de Abril, no recinto exterior da Escola de Colos, com a participação de inúmeros alunos de todas as classes, desde a pré primária aos escalões superiores.
Todos puderam ver alguns excelentes exemplares desta raça, que se passearam pelo recinto em conjunto com os seus donos e com as crianças, numa harmonia muito saudável.
Esta raça de cão, tipicamente alentejana, esteve practicamente extinta em meados do século passado, mas a acção concertada de alguns amantes destes magníficos animais possibilitou a sua reabilitação como raça e a sua crescente divulgação e criação.
Esta é uma raça caracterizada pela sua Nobreza, Coragem e Dignidade, de grande corpulência, forte, rústico, sóbrio e tranquilo.
Excelente guarda das herdades e quintas, é igualmente guarda de rebanhos de muito préstimo, mais vigilante durante a noite,sendo pouco tolerante na defesa do território ou de qualquer bem à sua guarda. De expressão calma e segura, nem agressivo, nem manifestando timidez.
Julga-se que poderá ter a sua origem em Molossos provenientes da região da Ásia Menor.
O certo é que dada a sua corpulência e valentia foram utilizados por tribos cuja subsistência dependia da pastorícia, desempenhando um papel fundamental neste tipo de comunidade. Com o aparecimento do fenómeno designado por transumância, o qual levou à deslocação temporária de grandes rebanhos, verificou-se que estes se encontravam expostos a vários perigos durante as grandes caminhadas. No trajecto que efectuavam no Verão para as montanhas e no Inverno para as planícies, os rebanhos eram sempre acompanhados por cães de grande corpulência, o que terá dado origem à sua disseminação ao longo do percurso de região para região.
Assim se explica o surgimento deste poderoso cão na planície Alentejana, o qual a partir de finais do século XIX passou a ser designado por Rafeiro do Alentejo.
Quer agradecer ao Eng. Evaristo Cutileiro a agradável conversa que tivemos e a todos os restantes a presença na nossa terra com os seus magníficos animais, bem hajam!




Para mais informações sobre esta extraordinária raça de cães genuinamente Alentejanos, por favor contactar a Associação Criadores do Rafeiro do Alentejo

Como amante de cães em geral, e deste tipo especifico de raça em particular, sou daqueles tipos que quanto mais conhece as pessoas mais gosta dos cães, por isso tudo e pela recordação levantada com esta exposição em Colos, não posso deixa passar a oportunidade de recordar aqui o meu amigo de longos e bons anos, companheiro de tantas brincadeiras, guarda zeloso, fiel e disponível para todas as horas.
O Saady, o meu Rafeiro Do Alentejo, que esteve comigo durante 9 anos, morreu em meados do ano passado deixando em mim uma vazio de saudade que dificilmente será ocupado por qualquer outro cão.
Até sempre Saady, de todos foste sempre o meu melhor amigo e companheiro, aquele que nunca se esquece e sempre se recorda, continuarás a fazer-me falta ao longo da minha restante vida! 
Para sempre com muita emoção!
Descansa em paz amigo.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Actividades da SRC Abril 2010 - Passeio de Motorizadas

O passeio de Motorizadas organizado pela Sociedade Recreativa Colense no dia 18 de Abril saldou-se por uma jornada fraca se pensar-mos, por exemplo, no fantástico passeio TT de motos e jipes realizado no passado dia 14 do mês de Novembro do ano de 2009, mas, e isto existem sempre mas, isto das motorizadas acabou mesmo por realizar-se e deixou uma semente que poderá germinar e dar bons frutos no futuro.
A adesão foi fraca, para não dizer medíocre, muito abaixo do que todos esperavamos, mas a isso não serão alheios factores estranhos à própria organização, que como sempre, esteve acima da média em tudo.
Os problemas de adesão a este tipo de acontecimentos têm de se começar a olhar "por dentro", ou seja, entre os residentes de Colos, porque a actividade foi amplamente divulgada, com o devido tempo, por diversas formas, desde do boca a boca ao cartaz, passando por blogs e folhetos e também era integrada nas comemorações de Abril em Odemira, e se as motorizadas existiam, a comparência na partida não. Isso tem de mudar, isso é derrotismo e desmazelo sem desculpa para todos os colenses.
Se as pessoas não participaram algumas razões houveram e essas razões terão de ser identificadas e rectificadas em próximas edições, porque a pior coisa que podemos fazer é baixa os braços de fronte dos inimigos.
Outros passeios existiam na mesma data, nomeadamente um passeio na favela da Bemposta, arredores de Odemira, considerada a meca das motorizadas por estes lados, mas outros factores influenciaram a não adesão ao passeio colense, inclusivamente sabotagens internas oriundas de elementos residentes em Colos, como que a fazer lembrar que afinal ainda estamos na velha Colos das invejas e intrigas mesquinhas.
A todos esses elementos, faladores de balcão e lacaios de outros mandantes, digo apenas que vozes de burro não chegam ao céu, a SRC já mostrou que tem capacidade e sabe organizar actividades desta natureza e não vamos desistir tão facilmente.
Fica uma grande palavra de agradecimento aos bravos que compareceram para efectuar o percurso marcado por estradas da freguesia e freguesias limítrofes, e nem a alguma chuva que se fez sentir nos fez desistir de cumprir a missão com alegria e boa disposição,
Um abraço especial ao pessoal do Vale de Santiago que compareceram com três motorizadas e muito ajudaram à festa, bem hajam.





Actividades da SRC Abril 2010 - Passeio pedestre

Percursos Pedestres são caminhos, geralmente em meios naturais e rurais. Os Percursos Pedestres podem ser de "Pequena Rota" (PR) quando não excedem os 30 km de extensão ou menos de uma jornada a percorrer, que foi o que aconteceu aqui em Colos no dia 17 de Abril através da realização do 1º Passeio pedestre organizado e promovido pela Sociedade Recreativa Colense e abaerto a toda a população.
Infelizmente, mais uma vez e como já vem sendo hábito, o povo não adere ás iniciativas e a participação foi escassa mas boa.
Cerca de 10 pessoas participaram nesta iniciativa e percorreram a bom ritmo os cerca de 4 Km do traçado desenhado nos arredores da nossa Vila de Colos, sempre com boa disposição e alegria.
Mais uma iniciativa da SRC para repetir e repetir até que a adesão seja mais significativa por parte dos colenses que têm de deixar o conforto dos sofás e sair prá rua:
Fotos por Fraquito e André Correia:



segunda-feira, 19 de abril de 2010

Actividades da SRC Abril de 2010 - Tiro ao Alvo

O Tiro ao Alvo, desporto  muito promovido ao longo dos anos pela Sociedade Recreativa Colense, foi das actividades que mais adesão teve neste período de comemorações de Abril.
Espera-se para breve um campeonato local, promovido pela SRC, para todos os sócios, que deverá ser mensal ou quinzenal e que vai concerteza despertar uma maior atenção pela modalidade e fazer despontar novos valores para além dos atiradores excepcionais que Colos já tem.
Está na hora da SRC começar a fazer-se representar com esta modalidade em  outros campeonatos e em outros locais, atiradores de qualidade não faltam, falta sim é muito treino e vontade.