quarta-feira, 29 de junho de 2011

SRC - 1º Passeio Equestre

Os cavalos regressaram a Colos alguns anos depois de termos visto por cá as carvalhadas.
Inserido no programa da Feira de Junho em Colos, a SRC organizou um passeio equestre no dia 25 de Junho no qual estiveram presentes vários cavaleiros e entusiastas.
Com a concentração inicialmente prevista para as 9:30 junto ao Campo de Futebol, cedo começaram a aparecer os primeiros participantes e suas montadas embora alguns tenham deixado para bem mais tarde a sua comparência atrasando um pouco o inicio do passeio naquele dia de muito calor.
Sempre muito bem dispostos, esta malta dos cavalos semeia a boa disposição por onde passa, pese embora o facto de nunca se lhes deixar acabar as cervejas.
O passeio inicio em direcção á Ferraria, passando pelo Pego do Seixo, Tisnada, Monte Novo e retornando a Colos para o repasto e convívio.
A meio uma paragem na Tisnada para descanso e abastecimento de água e cervejas,especialmente cervejas, este pessoal dos cavalos bebe que se farta...

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terça-feira, 28 de junho de 2011

Sociedade Recreativa Colense na Feira S.João 2011

A SRC teve á sua disposição, no recinto, um espaço amplo para exploração no decorrer da Feira, bar e restaurante, numa clara abertura da organização à colectividade.
De salientar a nobre posição do presidente da SRC, quando foi inicialmente convidado para o certame, invocou a data como sendo a da realização do arraial dos escuteiros, apenas aceitando o desafio quando os responsáveis pelos escuteiros declinaram a possibilidade de comparência com as mesmas competências.
A SRC tomou assim em mãos a tarefa de providenciar comida e bebida aos visitantes da feira, sócios, amigos e conhecidos, e em boa a hora o fez porque, para além de ser uma óptima oportunidade de negócio para a SRC, deu visibilidade à colectividade.
Durante os dois dias de feira muita foi a cerveja que correu e muitos foram os frangos assados, febras e bifanas consumidas, estiveram unidos todos os elementos da colectividade, uma boa entreajuda permitiu que tudo estivesse perfeito.
Os frangos estavam perfeitos, grande tempero, as bifanas deviam ter sido alvo de uma melhor escolha da carne, mas a apresentação dos frangos para refeição em menu e a forma como eram servidos foi perfeita.
Nas hostes da SRC também se pode começar a pensar na edição 2012 da feira, fazendo um balanço e rectificando alguns erros para tentar manter o mesmo nível desta edição, situações como a área ocupada e a quantidade de mesas e cadeiras precisam ser revistas para melhor, assim como pensar em novas formas de agradar aos sócios da colectividade, seria bom pensar em alguns benefícios para os sócios da SRC, porque se as houve eu não dei por elas, como por exemplo a criação de tabelas de preços mais reduzidos para os sócios com cotas em dia, ser sócio da SRC tem de começar a ser sinónimo de benefícios efectivos e não apenas em teoria, afinal aquilo é uma colectividade por alguma razão.
Deveriam também ter também em atenção a diversidade de oferta de bebidas frescas, nos tempos que correm a oferta de apenas cerveja, águas e colas não é suficiente, notou-se a falta de vinho da região, sempre apreciado por um determinado tipo de publico, penso que uma arca congeladora para albergar outro tipo de bebidas vai diversificar a oferta e não dá assim tanto trabalho, nem só de cerveja e água vive o homem.
Uma última palavra para as meninas da SRC, estiveram sempre muito bem e deram outro colorido ao espaço, só é pena que as tão faladas fardas uniformizadas para todas ainda não tenham aparecido, ficamos á espera em futuras actividades.
Viva a Sociedade Recreativa Colense


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Feira de S.João 2011

A edição 2011 da tradicional Feira de S.João em Colos salda-se, na minha opinião, por um balanço muito positivo.
De facto, se tivermos em conta as dificuldades vividas pela feira nos últimos anos, orfã do desaparecimento do seu lugar de realização de sempre, a Eira da Lagoa, com a sua deslocalização para os terrenos “emprestados” do Campo de Futebol, e se olharmos para os resultados atingidos, quero ao nível de feirantes, expositores, quer ao nível de público ou quer ao nível de entusiasmo gerado na população, os organizadores só têm de estar muito satisfeitos.
A edição 2011 da Feira cumpriu os seus objectivos, ou seja, injectar uma nova dinâmica na data, muito simbólica para todos os colenses, revitalizando e reinventando o evento com novas propostas e ideias, exposições e receitas.
Todo o ambiente que se viveu em torno desta realização comprova a vitalidade e o sucesso, penso que todos os colenses e visitantes se divertiram num espírito de festa e amizade.
A feira estava montada segundo um plano da CMO (Câmara Municipal de Odemira), dividindo as diversas facetas do evento. Nos terrenos do Campo de Futebol foi efectuada a feira de tendeiros, ordenados por ruas, e todo o espaço ficou preenchido com o habitual colorido das feiras tradicionais.
No terreno adjacente foi então implementada a nova face desta realização, com exposição de gado, tenda para exposição e venda de produtos regionais e artesanato, bar e restaurante a cargo da SRC, bar da Cruz Vermelha, exposição de máquinas agrícolas e palco para espectáculos musicais.
O gado foi uma grande atracção e numa região predominantemente agropecuária, este tipo de exposições em ambiente controlado é sempre motivo de visita. Estiveram presentes vários exemplares de diversos tipos entre bovinos, ovinos, caprinos e equinos, faltando apenas os suínos.
Nos espectáculos musicais a oferta na noite de dia 24 era apenas a banda Karisma, que, apesar de dar um bom espectáculo, não teve a adesão de público que se esperava, no dia 25 a oferta residia em grupos corais variados e no grupo etnográfico Gente do Alto Mira que, apesar do enorme calor que se fazia sentir, deu um bom espectáculo sobre as tradições e costumes do interior do concelho de Odemira, um dos destaques da feira e um dos melhores momentos do certame.
Existiram lacunas este ano, sim, mas deverá a organização aprender com os erros e corrigi-los de futuro. A iluminação foi deficitária, a parte da feira dos tendeiros ficou de fora do plano de iluminação para muitas queixas dos utilizadores, o cartaz musical do dia 24 deveria ser mais preenchido e deveriam ser criadas as condições para que todos, novos e velhos, pudessem assistir aos espectáculos, nomeadamente com a colocação de cadeiras e bancos para a assistência, o pavimento deveria ser tratado de forma a levantar o menor pó possível e deveriam ter sido criados espaços próprios para expositores que não se enquadrassem nas actividades tradicionais de artesanato ou produtos regionais, nomeadamente os serviços e os comércios diversos que existem em Colos.
Outras situações ouve, mais ou menos incompreensíveis, mas a que apenas os responsáveis devidos podem responder, nada tendo a ver com a organização. Por exemplo, porque é que os escuteiros não tinham nada na feira? Sendo este um certame aberto ás forças vivas da freguesia fazia todo o sentido o agrupamento de escuteiros ter visibilidade, como por exemplo a Cruz Vermelha, que tinha uma representação em dois locais da feira distintos.

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A edição 2012 e o futuro:
Na minha opinião, a principal preocupação da organização das futuras edições da feira deverá ser a valorização da Vila de Colos, proporcionando ao comércio local e regional, ao artesanato regional, aos produtos regionais, aos serviços e a todas as forças vivas da freguesia, a oportunidade de se promoverem e promoverem os seus produtos ou serviços num espaço de visibilidade ampliada como é a Feira de S.João.
Para isso a Junta de Freguesia, em conjunto com a Câmara Municipal, a partir de agora, começar a pensar na edição 2012 do evento, deveriam manter e ampliar o actual espaço existente, com novas ideias e actividades, novas exposições, assim como deveriam envolver todas as forças vivas da Freguesia, lançando o desafio a todos os que participaram na edição 2011 e procurando novos parceiros, novos expositores e novas ideias para que o certame se alargue a outros expositores e muito mais público.
É fundamental que a data passe a ser móvel dentro do mês de Junho, mas sempre coincidindo num final de semana, esse deve ser o próximo e fundamental passo para a solidificação e futuro da Feira, não se pode ficar agarrado ao dia 24, data de S.João, para a realização do evento.
A organização deste certame anual, nos moldes em que se propõem efectuar de futuro, obriga a um orçamento já considerável, mas deve ser encarado sempre como um investimento por parte da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia, para que os resultados finais sejam também eles, sempre gratificantes.