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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

NOVAMENTE AS OBRAS NA EIRA DA LAGOA EM COLOS

Recebi via email um texto do leitor Pedro Gonçalves, acerca das malditas obras na Eira da Lagoa em Colos, texto esse que anda a circular pela internet já em vários sítios e que passo a reproduzir:

«Já se passaram 3 anos e alguns meses desde o inicio da maldita obra e a magana dura e dura e dura …Bem sei que durante algum tempo a obra esteve parada devido ao processo de insolvência da empresa construtora, mas embora nos queiram atirar areia para os olhos com esse facto, não deve ser esse o motivo de tanta aldrabice que por ali paira.

O que tem a insolvência da empresa, na parte final da obra, diga-se de passagem, com a deficiente construção, com os muros que caíram ainda na fase de construção, com um anfiteatro onde nunca se poderá realizar um espectáculo? Tal a aberração da construção. Se estiver enganado acerca do anfiteatro, façam o favor de me mostrar que não terei problemas em admitir.
O que tem a insolvência da empresa a ver com locais de cerca de dois metros de altura sem qualquer protecção?

As autoridades políticas no poder, em Colos e em Odemira, tem por hábito dizer que os Colenses vandalizaram a obra, mas nunca nenhum deles teve a seriedade de dizer que o vandalismo a que se referem foi o de meia dúzia de pessoas terem arrombado a porta do polidesportivo,, que está pronto, sem nada estragarem, para o utilizarem. O que estragaram estes vândalos? NADA. Mas dá jeito ter uma desculpa na ponta da língua quando alguém questiona o mau andamento da obra.

No entanto já por duas vezes questionei o município sobre a fiscalização no decorrer da obra.
Em nenhuma das vezes obtive resposta concreta .

Volto a perguntar. A CMO fiscalizou a execução da obra?

Das duas uma, ou não fiscalizou ou se fiscalizou, quem o fez, não fez o que devia. Segundo sei, foram 3 os “responsáveis pela fiscalização” e não é preciso ser técnico para ver que não actuaram em conformidade. Será possível que nenhuma das pessoas que devia ter fiscalizado a obra via a porcaria que estava a ser feita?
Todos viam os muros a cair, as paredes a rachar, os muros a serem levantados sem uma amostra de ferro e eles não viam? É preciso ser doutor ou engenheiro para ver que a obra não tinha a mínima segurança para os transeuntes mas a fiscalização estava-se a lixar?
É por estas e por outras, que não vale a pena estar a enumerar, que eu não acredito que tenha sido só por incompetência de quem não fiscalizou o que devia. Ou então sou eu que estou enganado. Oxalá assim seja.

E o que aconteceu a estas pessoas que não fizeram aquilo para que os munícipes lhes pagam?
Vai a CMO actuar sobre estas pessoas ou vão continuar a assobiar para o lado?

O facto da obra poder vir a ser terminada (antes de outubro de 2013 é certinho que fica pronta) não pode esconder as barbaridades que ali foram cometidas.
E quem aprovou uma obra que não tem qualquer tipo de segurança para os utilizadores?
Esses já sei como fazem, pagam trabalhos a mais e escondem com o dinheiro do povo aquilo que deviam ter feito bem e não fizeram. Maldito jardim de betão que nos foi calhar em sorte, quem tanto ansiou pelo arranjo da eira da lagoa não merecia ser contemplado com tamanha aberração.

No dia da inauguração com toda a pompa e circunstância, os Colenses esperam pelos atores para lhes dizer o que pensam. »

 Pedro Gonçalves

sábado, 18 de agosto de 2012

Sim, estas a ficar velho!

Acho que este texto já é antigo... e longo... mas mesmo assim aproveito para quem tiver a paciência de o ler! Alguém se identifica?

De acordo com os regulamentos e burocracias de hoje, todos nós que nascemos nos anos 70 e princípio de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, senão vejamos:
As nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.
Não tínhamos frascos de medicamento com tampas "á prova de crianças" ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas. Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.

Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags - viajar à frente era um bónus.
Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem. Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos dentro do barranco num silvado aprendíamos.
Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.Não tínhamos PlayStation, X Box. Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet. Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos à rua.
Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía! Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Passados 5 minutos éramos os melhores amigos outra vez e já estávamos a brincar.
Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.
Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não íamos a pé para a escola; não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem, eles estavam do lado da lei.
Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre. Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas. Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.

És um deles? Parabéns!
És um dos que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, "para nosso bem". Para todos os outros que não têm idade suficiente pensei que gostassem de ler acerca de nós.

Isto meus amigos é surpreendentemente medonho... e talvez ponha um sorriso nos vossos lábios:

A maioria dos estudantes que estão nas universidades hoje nasceu depois de 1986...chamam-se jovens.
Nunca ouviram "we are the world" e uptown girl
Conhecem 50cent e não Billy Joel.
Nunca ouviram falar de Rick Astley, Bananarama ou Belinda Carlisle.
Para eles sempre houve uma Alemanha e um Vietname.
A SIDA sempre existiu.
Os CD's sempre existiram.
O Michael Jackson sempre foi branco.
Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo fosse um dia deus da dança.
Acreditam que Missão Impossível e Anjos de Charlie são filmes do passado.
Não conseguem imaginar a vida sem computadores.
Não acreditam que houve televisão a preto e branco.

Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:
1. Entendes o que está escrito acima e sorris
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada
3. Os teus amigos estão casados ou a casar
4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis
6. Lembras-te da Gabriela
7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos

SIM ESTÁS A FICAR VELHO/A!

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Soneto da separação

Eu sempre me pergunto a mim mesmo o porquê das coisas terem de mudar, o porquê de as pessoas se voltarem ao sabor do vento ou do tempo, como ovelhas, quando no fundo nos conhecemos todos deste pequenos!
No mínimo devíamos remar todos para o mesmo lado e evitar as divisões, lutar pela nossa terra e tratar de a desenvolver, e fazer crescer, a terra, nunca a desunião.
Cresçam, apareçam e unam-se pela vossa terra!
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De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente

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