terça-feira, 26 de novembro de 2013

Passeio TT para Jipes - Mais uma Organização Sociedade Recreativa Colense

A Sociedade Recreativa Colense (SRC) vai organizar e levar a efeito mais uma dinâmica e arrojada iniciativa dentro do espírito construtivo e de desenvolvimento da SRC que tem marcado a acção os novos corpos gerentes desde a sua tomada de posse.
Desta vez, vai efectuar-se um Passeio todo o terreno (Passeio TT) destinado unicamente a Jipes e Pick-Ups TT .
O evento terá lugar no dia 7 de Dezembro, com um total de 40Km percorridos unicamente na Freguesia de Colos dando assim a conhecer a todos os participantes e acompanhantes muitas das belezas naturais mais escondidas da nossa região.

 Descrição do Passeio
O Início do passeio será sensivelmente pelas 09h30 em Colos, no Largo da Sociedade Recreativa Colense, em direcção à rotunda, passando pela Rua Infante D. Henrique, Lagar Parrinha, em direcção ao Barranquinho, Serra da Alagariça ( Onde haverá vários obstáculos naturais a passar ), Moinho dos Cebolas, atravessando a E.N.123-1, em direcção ao Moinho do Monte da Serra, voltando novamente a atravessar a E.N.123-1( Onde os espectadores poderão ver a passagem da caravana ), em direcção ao Moinho dos Cebolas, Barranquinho, até à Herdade da Rabaça, seguindo para o Vale Estradas, Valagões, Monte da Corte, Vale Rodrigo, Herdade da Afincerna, Cai-Logo até perto da E.N.389, Barragem da Afincerna,Vale Sta Maria, até ao alto da Senhora das Neves onde haverá uma pausa para almoço. 
Nova partida do alto da Senhora das Neves pelas 15h00, em direcção a Vale Santa Maria, passando depois perto do Monte Do Cerro (comunidade Tamera) , Monde da Corte, em direcção à Herdade da Nora, Lagar Parrinha, Rua Infante D. Henrique e finalmente ao Largo da Sociedade Recreativa Colense com chegada prevista pelas 17h00. O percurso tem cerca de 40 km e é percorrido somente na Freguesia de Colos

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Ciclismo em Colos, Parte # 2 - Identificação dos ciclistas

Foi com enorme satisfação que depois de algum tempo após ter públicado fotografias antigas sobre uma época onde houve provas de ciclismo em Colos, e não ter qualquer referência dos nomes dos ciclistas intervenientes, alguém me contacta a identificar pelo menos três dos ciclistas de uma das fotos.
Uma senhora, colense, de nome D. Maria de Jesus Ribeiro, residente fora da terra à largos anos, fez o favor de me contactar e informar sobre a identidade dos ciclistas da foto que publico aqui.
Como na altura não era habitual haver podiums, alinhavam pela ordem de chegada, e era lado a lado, sendo o da esquerda o primeiro classificado.
Resta salientar que esta prova de ciclismo foi realizada em meados dos anos 30 do século passado e a etapa foi entre Cercal do Alentejo e Colos.
Para a posteridade fica a foto dos bravos ciclistas.


Assim temos da esquerda para a direita: Norberto José, mais conhecido por Norberto Cebola, ao centro: Dr. Machado, e à direita o Farinha, pai do Chico Farinha, que foi carteiro na Vila de Colos nos anos 50 do século passado.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Porque eu também não gosto de Praxes...

Porque concordo a 100%, tomo a liberdade de transcrever, do jornal “A Ordem”  um artigo do conhecido Dr. Daniel Serrão acerca do despropósito de certas praxes académicas que envergonham e não dignificam quem as executa e defende.
Afinal as chamadas "Praxes" são uma Integração ou um exercício de estúpidos idiotas?

 « Tenho 86 anos e não gosto de fazer figura de Velho do Restelo ou de velho caturra. Mas esta questão das praxes académicas tira-me do sério. Vivo próximo de um Instituto Superior e escrevo este texto ouvindo uma gritaria que sai do espaço do Instituto desde há mais de duas horas. Estive a ver o que se passava e vi: um grupo de 30 ou mais jovens, vestidos com uma roupa ridícula, enquadrados por outros jovens de capa e batina que os comandavam como se fossem as ovelhas de um rebanho e os obrigavam a gritar, proferindo frases, elas também ridículas, e, por vezes, obscenas. Nos tempos de modernidade que são os nossos, não consigo deixar de olhar para estas manifestações como verdadeiramente pirosas...

Quero dizer com isto que sou contra o que chamam praxe? De forma nenhuma. Sou absolutamente a favor de que os jovens que chegam pela primeira vez ao Ensino Superior sejam recebidos pelos estudantes mais velhos, com rituais de acolhimento e integração na nova casa onde irão viver e aprender durante 5 ou 6 anos. Acolhidos com brutalidades e boçalidades que até já ocasionaram risco de vida? Com humilhações que põem a nu a falta de carácter dos estudantes mais velhos? Com atitudes ridículas que dão uma imagem falsa do que é a dignidade do Ensino Superior? Com tudo isto a durar meses no início e mais meses próximo do final do ano lectivo? Claramente que não.

A integração só se consegue com atitudes de simpatia, que podem ser espirituosas mas nunca violentas e boçais. E que serão eficazes e intensas durante uma semana; mas que se tornam numa rotina sem qualquer valor quando se arrastam ao longo do ano. O jovem que chega ao Ensino Superior, politécnico ou universitário, traz uma imagem de um espaço e um tempo em que irá ascender a um nível superior de conhecimento e a uma preparação rigorosa para obter capacidades profissionais de grande responsabi1idade — vai ser médico, engenheiro, enfermeiro, economista, etc. E esta imagem que os novos esperam receber dos mais velhos, dos que já estão a meio caminho do seu percurso e que bem os podem ajudar a integrarem-se e a terem sucesso escolar. Uma semana com múltiplas actividades, preparadas com inteligência e sentido de responsabilidade pelos estudantes mais velhos, bastará para que o objectivo da integração amigável dos novos seja bem conseguido.
Não tem que ser formal. Deve ser descontraída, alegre e muito comunicativa, ocupando todo o dia e as noites com programas variados pensados e estruturados apenas pelos estudantes. Mas uma semana é suficiente.

Mas o que é que vejo, aqui, ao redor da minha casa? E que pode ser visto em outras partes da nossa Cidade do Porto: Bandos de jovens dominados e colocados em atitudes de humilhação por uns seres que se ju1gam superiores, por estarem vestidos com uma capa de estudante — que deverá ser vista como um sinal de qualidade e não de poder — que revelam toda a sua falta de carácter e de respeito pela autonomia e liberdade dos novos alunos; como se entrarem para a Universidade fosse uma situação da perda dos direitos de cidadania, às mãos dos ditos estudantes "doutores" que se comportam como energúmenos boçais e ignorantes.

Assisti, em plena rua, a um desses ditos "doutores" forçar uma jovem "caloira" a repetir frases com palavrões abjectos de cariz sexual. Ao fazê-lo o dito "doutor" apenas exprimia os seus complexos freudianos em relação à sexualidade pessoal mal assumida. Era digno de pena, embora o seu comportamento fosse de grande indignidade.
Tem de se encontrar uma solução boa. Que deverá partir dos próprios estudantes que, em vez de se vingarem, no ano seguinte, sobre os mais novos, do que sofreram, compreendam que há que romper com esta má tradição e encontrar práticas de acolhimento e integração que sejam dignas e exaltantes.

Não é cobrindo uma jovem com bosta de vaca que se acolhe uma colega que tem todo o direito a ser respeitada como pessoa humana. » 

Daniel Serrão, Jornal "A Ordem"

Mapa administrativo de Portugal - Quem ainda se lembra?

Quem ainda se recorda dos antigos mapas de parede que existiam nas nossas escolas primárias, tanto o de Portugal como o dos arquipélagos da Madeira e Açores e ainda de todas as províncias ultramarinas, como Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Angola, Moçambique, Índia Portuguesa (Goa, Damão e Diu) e finalmente o longínquo Timor?
Eu ainda me recordo perfeitamente, embora no meu tempo de escola já não se utilizassem tanto como método de aprendizagem e fossem mais objectos decorativos recordando uma escola mais antiga, assim como os crucifixos por cima do quadro de ardósia e as fotografias, entretanto retiradas, do Dr. Oliveira Salazar e do Presidente Américo Tomás.
Quantos dos nossos pais nessa altura não foram chamados ao quadro para indicar cidades, capitais, províncias, rios, serras e caminhos de ferro? É certo que à conta de tanta disciplina e método, nessa altura aprendia-se mesmo, pelo que a História e Geografia tinham que estar na ponta da língua, ou seja, de cor-e-salteado, mas por vezes lá surgia a confusão: O rio Limpopo seria de Angola ou Moçambique? E o rio Cunene? E o Kuanza?
Com muita nostalgia, hoje publico um desses mapas, o do Portugal Administrativo, retirado de um antigo livro escolar, com a indicação das províncias, as capitais de distrito, os rios, as serras e os caminhos de ferro.
O geógrafo Amorim Girão entre 1927 e 1930 dividiu Portugal Continental em 13 regiões naturais. Em 1936, o Estado Novo criou 11 províncias com base nos seus trabalhos.
As regiões naturais de Trás-os-Montes e Alto Douro foram agregadas numa só região, tal como as regiões da Beira Alta e Beira Transmontana.
Guardo um fascínio particular por mapas, pelo que tenho um bom conjunto deles, incluindo diversos atlas. Fascinam-me também, de modo especial, os antigos mapas do tempo dos descobrimentos.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Gincana de Bicicletas - Mais uma organização SRC

Dia 12 de Outubro, pessoal das bicicletas, novos e menos novos, meninos e meninas, homens e mulheres, todos ao Campo de Futebol de Colos para a 1ª Gincana de Bicicletas da Sociedade Recreativa Colense (SRC)


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Autarquicas 2013 - Resultados na Vila de Colos

 
Depois de um Domingo de eleições Autárquicas, aqui deixo os resultados em Colos para a Assembleia de Freguesia de Colos, Câmara Municipal e Assembleia Municipal de Odemira:

Assembleia de Freguesia (Junta de Freguesia)
  • PS (Partido Socialista) ----------------------------  407 Votos - 70,54 %
  • CDU (Coligação Democrática Unitária) ----------- 125 Votos - 21,66 %
  • Brancos ------------------------------------------    29 Votos -   5,03 %
  • Nulos ---------------------------------------------   16 Votos -   2,77 %
Câmara Municipal:
  • PS (Partido Socialista) ----------------------------  348 Votos - 60,31 %
  • CDU (Coligação Democrática Unitária) ----------   126 Votos - 21,84 %
  • PSD/CDS-PP -----------------------------------     35 Votos -   6,07 %
  • BE (Bloco de Esquerda) -------------------------     30 Votos -   5,20 %
  • Brancos -----------------------------------------      32 Votos -   5,55 %
  • Nulos --------------------------------------------       6 Votos -   1,04 %
Assembleia Municipal: 
  • PS (Partido Socialista) ---------------------------   311 Votos - 53,90%
  • CDU (Coligação Democrática Unitária) ----------   123 Votos - 21,32 %
  • BE (Bloco de Esquerda) -------------------------     69 Votos - 11,96 %
  • PSD/CDS-PP -----------------------------------     35 Votos -   6,07 %
  • Brancos ------------------------------------------    31 Votos -   5,37 %
  • Nulos --------------------------------------------       8 Votos -  1,39 %

Abstenção na Freguesia de Colos: ----------------------    35,60 %


domingo, 22 de setembro de 2013

Concerto "Os da Vila" na Sociedade Recreativa Colense

A Sociedade Recreativa Colense (SRC), em mais uma dinâmica organização, promoveu mais um evento de verão na explanada da sua sede em Colos.
Desta vez a SRC chamou até Colos o duo Odemirense "Os da Vila", constituídos por Rui "Manilha" e Lúcia Silva e com registos tocados apenas a Viola Acústica.
Entre muitos outros temas, "Os da Vila" tocaram e cantaram músicas de Zeca Afonso, Xutos e Pontapés, As Doce, Quinta do Bill, Carlos Paião, GNR, João Pedro Paes, etc, etc.... foram cerca de duas horas de belas e bonitas cancões cantadas pela maravilhosa voz de Lúcia Silva.
Aqui deixo algumas imagens dessa quente noite na SRC, com pessoal muito animado: