É impressionante, sendo a rua com mais movimento dentro da nossa localidade, nenhum automóvel passava no local na altura da queda, felizmente ninguém foi atingido e não há vitimas a lamentar, apenas estragos materiais:
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Insólito
Caiu um poste de electricidade na rua 28 de Maio em Colos, e foi enfiar-se direitinho numa das janelas do edifíco dos correios:
É impressionante, sendo a rua com mais movimento dentro da nossa localidade, nenhum automóvel passava no local na altura da queda, felizmente ninguém foi atingido e não há vitimas a lamentar, apenas estragos materiais:



É impressionante, sendo a rua com mais movimento dentro da nossa localidade, nenhum automóvel passava no local na altura da queda, felizmente ninguém foi atingido e não há vitimas a lamentar, apenas estragos materiais:
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Festas de S. João - Feira anual e Arraial dos Escuteiros
Numa altura em que muitas vozes se levantam contra o deslocamento e encerramento de outras actividades, algumas privadas, por outro lado esquecem as actividades e eventos públicos, como a Feira de S. João, que perdendo a Eira da Lagoa e sem alternativas viáveis a longo prazo, vai concerteza extinguir-se, como já é hábito em Colos, e passando a viver apenas na memória.
Ora esta é uma oportunidade perdida em muitas vertentes, atrevo-me a dizer que esta feira era uma das maiores realizações e ajuntamentos populares do interior do concelho de Odemira, e foi deitada ao abandono por parte dos responsáveis locais ao longo dos anos, numa imobilidade desesperante.
Tratava-se de uma das mais antigas feiras da região. Antigamente, a feira de São João em Colos juntava feirantes e populares de toda a região e arredores, mas a realização da feira, tal como estava, na Eira da Lagoa, não era viável. Ao logo das décadas, e com a expansão urbanística local, sempre para poente, a feira passou do exterior para o interior da vila, com todos os problemas a isso associados, as ruas eram cortadas e sitiadas, as portas bloqueadas, os quintais ocupados e a estrada nacional condicionada, as pessoas tinham medo e todos os anos havia confusão e desacatos entre feirantes, ciganos, população e GNR, era quase uma anarquia durante alguns dias, com a GNR a ser tolerante demais e alguns populares a ficarem à beira de um ataque de nervos.
O primeiro grande golpe para o desaparecimento da feira tal como era, num passado mais ou menos distante, foi o encerramento da feira do gado, nos princípios da década de 90, e com isso mais de metade da feira desapareceu praticamente de uma ano para o outro. Era uma feira dentro da feira, talvez até maior que a própria feira em si, era a feira original e antiga, uma feira de gado que atrás de si arrastava uma multidão, que juntou e arrastou tudo o que vemos hoje numa feira mas sem o gado, e transaccionavam-se, sobretudo, fora o gado, produtos hortícolas e produtos artesanais, numa fase posterior vieram os texteis e o calçado, mais tarde apareceram as diversões em massa, ocupando também uma grande fatia da feira. Tudo isso, actualmente, desapareceu, ficando apenas alguns dos produtos hortícolas, os texteis e o calçado.
A solução teria sido, primeiro definir uma data certa para a sua realização, sempre por volta do S. João, mas coincidindo num fim de semana, e depois encontrar um terreno próprio para a realização da feira, com iluminação, saneamento e ordem, tal como vemos em todo o lado onde havia feiras com a dimensão da nossa, podendo então evoluir para uma promoção cultural e social do evento, aproveitando a data e dimensão criados pelos anos. O que escrevo não tem nada de especial, foi o que aconteceu na esmagadora maioria das feiras populares em Portugal, e temos alguns exemplos bem perto de nós, dentro do próprio concelho, como é o caso da FACECO, em S. Teotóneo, que é directamente herdeira das festas locais, sendo a data da sua realização depois mudada com a consolidação como Feira das Actividades Económicas e Culturais do concelho de Odemira, ou a Santiagro em Santiago do Cacém, ou a Feira do Campo Branco em Aljustrel, etc. Podem dizer: mas isso são capitais de concelho, sim, são, mas temos também, bem perto, o exemplo de Garvão, que era igualmente uma importante Feira de Gado, numa uma povoação idêntica a Colos, e deu lugar a uma moderna feira cultural e económica, melhor exemplo não existe.
Colos deixou fugir o protagonismo para as Amoreiras-Gare e Garvão. Nas Amoreiras-Gare, pela mão de uma associação jovem e ambiciosa, e em pouco mais de uma década, conseguem realizar uma festa anual com estatuto de feira do interior do concelho de Odemira, com todas as implicações política, sociais, culturais e económicas que isso acarreta, ganhando visibilidade e referências públicas importantes para uma terra pequena. É assim que se faz e dou os meus parabéns ás Amoreiras-Gare pela sua tenacidade e inteligência.
Em Garvão, pela mão dos reponsáveis locais a feira não morreu nem definhou, evolui-o e com o apoio da câmara de Ourique é actualmente uma das montras do concelho vizinho.
Numa fase de abandono e desertificação do interior alentejano é muito triste ver uma feira como a de S. João em Colos desaparecer, ver a minha terra perder mais uma realização, mais uma oportunidade, ver os responsáveis locais de joelhos perante a déspota municipal.
Os milhões gastos na aberrante reconversão da Eira da Lagoa, transformando-a num jardim de betão, não valem afinal a mudança, nunca pensei dizer isto mas afinal, assim, tenho saudades do tempo anárquico da antiga feira.
Foi neste quadro que o agrupamento de escuteiros de Colos realizou mais uma vez a festa de S. João em Colos, mais conhecida pelo Arraial dos Escuteiros, que desde há alguns anos a esta parte tem vindo a fazer parte das organizações do agrupamento e é a única "festa" anual que se tem conseguido aguentar em Colos sem interrupções, mesmo que tenha diminuído em expressão e reduzida no seu formato, mais compacta, é uma realização a louvar e a apoiar nesta altura de convulsões sociais e culturais em Colos, e numa altura por excelência para as festas tradicionais.
Quando uma determinada parte da população, eu incluído, esperava ver realizações semelhantes, ou melhores, por parte da Junta de Freguesia ou da Sociedade Recreativa Colense, são os "gaiatos" dos escuteiros que lhes dão uma bofetada e fazem o que podem no marasmo local.
A festa nada teve de novo, temia-se até que fosse um fiasco, os últimos anos foram maus, com a qualidade a cair e a afluência de público a ser diminuta, mas este ano houve uma inversão e regista-se para a memória uma bela noite com muita gente na rua e a visita de muitos forasteiros.
Durante a tarde foi organizado um concurso de tiro ao alvo com carabinas de pressão de ar e à noite houve baile e cantares alentejanos.



Ora esta é uma oportunidade perdida em muitas vertentes, atrevo-me a dizer que esta feira era uma das maiores realizações e ajuntamentos populares do interior do concelho de Odemira, e foi deitada ao abandono por parte dos responsáveis locais ao longo dos anos, numa imobilidade desesperante.
Tratava-se de uma das mais antigas feiras da região. Antigamente, a feira de São João em Colos juntava feirantes e populares de toda a região e arredores, mas a realização da feira, tal como estava, na Eira da Lagoa, não era viável. Ao logo das décadas, e com a expansão urbanística local, sempre para poente, a feira passou do exterior para o interior da vila, com todos os problemas a isso associados, as ruas eram cortadas e sitiadas, as portas bloqueadas, os quintais ocupados e a estrada nacional condicionada, as pessoas tinham medo e todos os anos havia confusão e desacatos entre feirantes, ciganos, população e GNR, era quase uma anarquia durante alguns dias, com a GNR a ser tolerante demais e alguns populares a ficarem à beira de um ataque de nervos.
O primeiro grande golpe para o desaparecimento da feira tal como era, num passado mais ou menos distante, foi o encerramento da feira do gado, nos princípios da década de 90, e com isso mais de metade da feira desapareceu praticamente de uma ano para o outro. Era uma feira dentro da feira, talvez até maior que a própria feira em si, era a feira original e antiga, uma feira de gado que atrás de si arrastava uma multidão, que juntou e arrastou tudo o que vemos hoje numa feira mas sem o gado, e transaccionavam-se, sobretudo, fora o gado, produtos hortícolas e produtos artesanais, numa fase posterior vieram os texteis e o calçado, mais tarde apareceram as diversões em massa, ocupando também uma grande fatia da feira. Tudo isso, actualmente, desapareceu, ficando apenas alguns dos produtos hortícolas, os texteis e o calçado.
A solução teria sido, primeiro definir uma data certa para a sua realização, sempre por volta do S. João, mas coincidindo num fim de semana, e depois encontrar um terreno próprio para a realização da feira, com iluminação, saneamento e ordem, tal como vemos em todo o lado onde havia feiras com a dimensão da nossa, podendo então evoluir para uma promoção cultural e social do evento, aproveitando a data e dimensão criados pelos anos. O que escrevo não tem nada de especial, foi o que aconteceu na esmagadora maioria das feiras populares em Portugal, e temos alguns exemplos bem perto de nós, dentro do próprio concelho, como é o caso da FACECO, em S. Teotóneo, que é directamente herdeira das festas locais, sendo a data da sua realização depois mudada com a consolidação como Feira das Actividades Económicas e Culturais do concelho de Odemira, ou a Santiagro em Santiago do Cacém, ou a Feira do Campo Branco em Aljustrel, etc. Podem dizer: mas isso são capitais de concelho, sim, são, mas temos também, bem perto, o exemplo de Garvão, que era igualmente uma importante Feira de Gado, numa uma povoação idêntica a Colos, e deu lugar a uma moderna feira cultural e económica, melhor exemplo não existe.
Colos deixou fugir o protagonismo para as Amoreiras-Gare e Garvão. Nas Amoreiras-Gare, pela mão de uma associação jovem e ambiciosa, e em pouco mais de uma década, conseguem realizar uma festa anual com estatuto de feira do interior do concelho de Odemira, com todas as implicações política, sociais, culturais e económicas que isso acarreta, ganhando visibilidade e referências públicas importantes para uma terra pequena. É assim que se faz e dou os meus parabéns ás Amoreiras-Gare pela sua tenacidade e inteligência.
Em Garvão, pela mão dos reponsáveis locais a feira não morreu nem definhou, evolui-o e com o apoio da câmara de Ourique é actualmente uma das montras do concelho vizinho.
Numa fase de abandono e desertificação do interior alentejano é muito triste ver uma feira como a de S. João em Colos desaparecer, ver a minha terra perder mais uma realização, mais uma oportunidade, ver os responsáveis locais de joelhos perante a déspota municipal.
Os milhões gastos na aberrante reconversão da Eira da Lagoa, transformando-a num jardim de betão, não valem afinal a mudança, nunca pensei dizer isto mas afinal, assim, tenho saudades do tempo anárquico da antiga feira.
Foi neste quadro que o agrupamento de escuteiros de Colos realizou mais uma vez a festa de S. João em Colos, mais conhecida pelo Arraial dos Escuteiros, que desde há alguns anos a esta parte tem vindo a fazer parte das organizações do agrupamento e é a única "festa" anual que se tem conseguido aguentar em Colos sem interrupções, mesmo que tenha diminuído em expressão e reduzida no seu formato, mais compacta, é uma realização a louvar e a apoiar nesta altura de convulsões sociais e culturais em Colos, e numa altura por excelência para as festas tradicionais.
Quando uma determinada parte da população, eu incluído, esperava ver realizações semelhantes, ou melhores, por parte da Junta de Freguesia ou da Sociedade Recreativa Colense, são os "gaiatos" dos escuteiros que lhes dão uma bofetada e fazem o que podem no marasmo local.
A festa nada teve de novo, temia-se até que fosse um fiasco, os últimos anos foram maus, com a qualidade a cair e a afluência de público a ser diminuta, mas este ano houve uma inversão e regista-se para a memória uma bela noite com muita gente na rua e a visita de muitos forasteiros.
Durante a tarde foi organizado um concurso de tiro ao alvo com carabinas de pressão de ar e à noite houve baile e cantares alentejanos.



quinta-feira, 10 de junho de 2010
10 de Junho - Dia de Portugal - Dia da Raça
Antes da “Revolução dos Cravos”, a 10 de Junho comemorava-se o Dia da Raça.
E que "raça" era esta? Simplesmente a raça de um povo que sempre foi original face aos outros povos europeus. Povo com uma História de 8 séculos; com um Estado dos mais antigos da Europa (actualmente em derrocada…) e com um Império inigualável na vastidão dos territórios e na criação de uma nova sociedade, fraterna e plurirracial, aliás querida e aceite, ao tempo, por negros e brancos.
Hoje, quem for intelectualmente honesto reconhecerá que o nosso Ultramar, mesmo com o advento do actual regime político, deveria ter sido defendido porque lá estavam milhões de portugueses, pretos e brancos, os quais queriam viver sob a nossa bandeira e usufruir da nossa paz, da nossa cultura, da nossa civilização. Hoje, os brancos honestos abandonaram a nossa África, deixando a mesma aos terroristas, nada restando já das nossas infra-estruturas – escolas, liceus, hospitais, fábricas, portos… o bem-estar e o progresso enfim…
Hoje, o que lá existe é a selvajaria daqueles que se entregaram, ao longo de anos e anos de guerra, à destruição em nome do comunismo internacional, que foi agora substituído pelo neo-liberalismo e pelo capitalismo selvagem. E que continuam perseguir o seu próprio povo…
Viu-se quem ficou, em Angola ou Moçambique, a explorar as imensas riqueza: os soviéticos, os cubanos, os americanos. Hoje, os chineses…e o povo sofredor vive na mais triste miséria…com desigualdades enormes, onde apenas uma elite próxima dos presidentes domina tudo e todos.
A perda do nosso Ultramar foi uma traição a todos os (verdadeiros) portugueses, não enfeudados a ideologias marxistas, e uma traição a todos aqueles que lá estavam a trabalhar, a investir… recorde-se que Angola, em 1970, era uma verdadeira explosão económica no panorama do continente africano. Tudo se perdeu com a ajuda de todos aqueles que se ajoelharam perante a ideologia do Mal … perdemos nós, perdeu o povo africano…
Resta-nos este pequenino rectângulo: no contexto da União Europeia, com o fim das Nações, o federalismo, até quando?
Em África, sofreram e morreram em combate negros e brancos, irmanados na mesma causa: um só povo, formando uma só Nação: Portugal estava aberto a todos os seus filhos. Como disse Marcello Caetano, “Portugal é de todos nós. Nós todos somos Portugal!”.
Hoje, não seria incompatível, com a vigência de um regime parlamentar, democrático como se diz, a manutenção desse espaço de prosperidade económica e social que foi o nosso Ultramar. Contudo, a cobiça das outras Nações Europeias, e não só, determinaram a sua perda…ventos da História...
No dia da Raça e de Camões exaltava-se a Nação e o Império, a Metrópole e as Colónias.
Hoje, não sabemos bem o que se comemora…
Deixo aqui este poema de Manuel Alegre, o qual, curiosamente, hoje rema contra a maré…
“PAÍS DE MUITO MAR
Somos um país pequeno e pobre e que não tem
senão o mar
muito passado e muita História e cada vez menos
memória
país que já não sabe quem é quem
país de tantos tão pequenos
país a passar
para o outro lado de si mesmo e para a margem
onde já não quer chegar.
País de muito mar
e pouca viagem.”
E que "raça" era esta? Simplesmente a raça de um povo que sempre foi original face aos outros povos europeus. Povo com uma História de 8 séculos; com um Estado dos mais antigos da Europa (actualmente em derrocada…) e com um Império inigualável na vastidão dos territórios e na criação de uma nova sociedade, fraterna e plurirracial, aliás querida e aceite, ao tempo, por negros e brancos.
Hoje, quem for intelectualmente honesto reconhecerá que o nosso Ultramar, mesmo com o advento do actual regime político, deveria ter sido defendido porque lá estavam milhões de portugueses, pretos e brancos, os quais queriam viver sob a nossa bandeira e usufruir da nossa paz, da nossa cultura, da nossa civilização. Hoje, os brancos honestos abandonaram a nossa África, deixando a mesma aos terroristas, nada restando já das nossas infra-estruturas – escolas, liceus, hospitais, fábricas, portos… o bem-estar e o progresso enfim…
Hoje, o que lá existe é a selvajaria daqueles que se entregaram, ao longo de anos e anos de guerra, à destruição em nome do comunismo internacional, que foi agora substituído pelo neo-liberalismo e pelo capitalismo selvagem. E que continuam perseguir o seu próprio povo…
Viu-se quem ficou, em Angola ou Moçambique, a explorar as imensas riqueza: os soviéticos, os cubanos, os americanos. Hoje, os chineses…e o povo sofredor vive na mais triste miséria…com desigualdades enormes, onde apenas uma elite próxima dos presidentes domina tudo e todos.
A perda do nosso Ultramar foi uma traição a todos os (verdadeiros) portugueses, não enfeudados a ideologias marxistas, e uma traição a todos aqueles que lá estavam a trabalhar, a investir… recorde-se que Angola, em 1970, era uma verdadeira explosão económica no panorama do continente africano. Tudo se perdeu com a ajuda de todos aqueles que se ajoelharam perante a ideologia do Mal … perdemos nós, perdeu o povo africano…
Resta-nos este pequenino rectângulo: no contexto da União Europeia, com o fim das Nações, o federalismo, até quando?
Em África, sofreram e morreram em combate negros e brancos, irmanados na mesma causa: um só povo, formando uma só Nação: Portugal estava aberto a todos os seus filhos. Como disse Marcello Caetano, “Portugal é de todos nós. Nós todos somos Portugal!”.
Hoje, não seria incompatível, com a vigência de um regime parlamentar, democrático como se diz, a manutenção desse espaço de prosperidade económica e social que foi o nosso Ultramar. Contudo, a cobiça das outras Nações Europeias, e não só, determinaram a sua perda…ventos da História...
No dia da Raça e de Camões exaltava-se a Nação e o Império, a Metrópole e as Colónias.
Hoje, não sabemos bem o que se comemora…
Deixo aqui este poema de Manuel Alegre, o qual, curiosamente, hoje rema contra a maré…
“PAÍS DE MUITO MAR
Somos um país pequeno e pobre e que não tem
senão o mar
muito passado e muita História e cada vez menos
memória
país que já não sabe quem é quem
país de tantos tão pequenos
país a passar
para o outro lado de si mesmo e para a margem
onde já não quer chegar.
País de muito mar
e pouca viagem.”
Assim se ensinava o que é a Pátria
Menino, sabes o que é a Pátria?A Pátria é a terra em que nascemos, a terra em que nasceram os nossos pais e muitas gerações de portugueses como nós.
É a nossa Pátria todo o território sagrado que D. Afonso Henriques começou a talhar para a Nação Portuguesa, que tantos heróis defenderam como o seu sangue ou alargaram com sacrifício de suas vidas. É a terra em que viveram e agora repousam esses heróis, a par de santos e de sábios, de escritores e de artistas geniais. A Pátria é a mãe de nós todos os que já se foram, os que vivemos e os que depois de nós hão-de vir.
Na Pátria está, meu menino, a casa em que vieste à luz do dia, o regaço materno que tanta vez te embalou, a aldeia ou a cidade em que tu cresceste, a escola onde melhor te ensinam a conhecê-la e a amá-la, e a família e as pessoas que te rodeiam.
Na Pátria estão os campos de ricas searas, os prados verdejantes, os bosques sombreados, as vinhas de cachos negros ou de cor de ouro, os montes com suas capelinhas brancas votivas.
A Pátria é o solo de todo o Portugal, com as suas ilhas do Atlântico (Açores e Madeira, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe...), as nossas terras dos dois lados de África, a Índia, Macau, a longínqua Timor.
Para cá e para além dos mares, é a nossa Pátria bendita todo o território em que, à sombra da nossa bandeira, se diz na formosa língua portuguesa a doce palavra Mãe!....
Livro de Leitura da 3ª Classe,
Porto Editora, Lda., 1958, pp.5-6
A nossa querida Pátria
Ao vermos a enorme extensão do Império Português, admiramos o heroísmo com que os nossos antepassados, - sábios, marinheiros, soldados e missionários, - engrandeceram a Pátria. Por ela atravessaram mares desconhecidos, sofreram as inclemências de climas insalubres e travaram lutas cruéis em paragens longínquas.
Aprendamos a lição do seu esforço, para amar e servir, como eles, a nossa querida Pátria.
Livro de Leitura da 3ª Classe,
Porto Editora, Lda., 1958, p. 11
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Gente de cá - Maria Vitória Eduardo Afonso
Muitos vão ser os admirados com este postal que aqui vos deixo hoje, mas não podia deixar de dar a conhecer mais um colense desconhecido, neste caso uma colense.
Maria Vitória Eduardo Afonso, nasceu em Colos na década de quarenta. Feito o ensino básico primário e oficial na terra natal, Colos, frequentou o liceu de Beja e a escola do Magistério da mesma cidade. Exerceu como professora nos distritos de Beja e Setúbal e reside há cerca de trinta anos no concelho do Seixal.
Durante dois anos manteve uma coluna mensal no Jornal do Seixal chamado "Tribuna do Povo".
Essa coluna chamava-se Cantinho Alentejano" e, nela, relatava aspectos etnográficos e sociológicos do seu querido Alentejo.
Actualmente colabora no "Diário do Sul", jornal de Évora, onde aborda a indiossincrasia do povo alentejano do ponto de vista das mentalidades e da sua cultura popular.
Poetisa popular, tem publicado alguns poemas neste jornal, sócia do Circulo Nacional de Arte e Poesia, da A.P.P. (Associação Portuguesa de Poetas) e da Casa do Educador do Seixal, em cujo site é co-redactora.
Tem declamado poemas em algumas rádios, nomeadamente no ex-programa "Momento Poético" na Rádio DigitalFM de Famalicão, e participa actualmente "Poesia y algo más" na Radio Arinfo de Buenos Aires, Argentina.
Maria Vitória Eduardo Afonso, nasceu em Colos na década de quarenta. Feito o ensino básico primário e oficial na terra natal, Colos, frequentou o liceu de Beja e a escola do Magistério da mesma cidade. Exerceu como professora nos distritos de Beja e Setúbal e reside há cerca de trinta anos no concelho do Seixal.
Durante dois anos manteve uma coluna mensal no Jornal do Seixal chamado "Tribuna do Povo".
Essa coluna chamava-se Cantinho Alentejano" e, nela, relatava aspectos etnográficos e sociológicos do seu querido Alentejo.
Actualmente colabora no "Diário do Sul", jornal de Évora, onde aborda a indiossincrasia do povo alentejano do ponto de vista das mentalidades e da sua cultura popular.
Poetisa popular, tem publicado alguns poemas neste jornal, sócia do Circulo Nacional de Arte e Poesia, da A.P.P. (Associação Portuguesa de Poetas) e da Casa do Educador do Seixal, em cujo site é co-redactora.
Tem declamado poemas em algumas rádios, nomeadamente no ex-programa "Momento Poético" na Rádio DigitalFM de Famalicão, e participa actualmente "Poesia y algo más" na Radio Arinfo de Buenos Aires, Argentina.
Acção de informação sobre a estratégia de desenvolvimento local
Como espaço informativo de tudo, ou quase tudo, que se passa em Colos, não posso deixar de retransmitir uma noticia que me chegou via e-mail:
No mínimo vai ser interessante ouvir o que é que esta gente da Esdime e Taipa tem a dizer sobre uma coisa tão complexa e difícil como é a forma de desenvolver regiões como a nossa, onde a desertificação avança sem piedade, as pessoas abandonam as raízes, não existe emprego, os jovens não têm nem vêem futuro, não existe indústria, a agricultura tradicional desaparece e a nova não tem implementação, onde nem as principais estradas rodoviárias têm o direito a ser reparadas nas mínimas condições, vai ser mesmo muito interessante ouvir esta gente!
Passo a divulgar o comunicado:
No mínimo vai ser interessante ouvir o que é que esta gente da Esdime e Taipa tem a dizer sobre uma coisa tão complexa e difícil como é a forma de desenvolver regiões como a nossa, onde a desertificação avança sem piedade, as pessoas abandonam as raízes, não existe emprego, os jovens não têm nem vêem futuro, não existe indústria, a agricultura tradicional desaparece e a nova não tem implementação, onde nem as principais estradas rodoviárias têm o direito a ser reparadas nas mínimas condições, vai ser mesmo muito interessante ouvir esta gente!
Passo a divulgar o comunicado:
«No sentido de informar os potenciais beneficiários e a população local sobre os apoios previstos nas 5 acções do eixo 3 do PRODER, no âmbito da Estratégia de Desenvolvimento Local (ELD) a Esdime em parceria com a TAIPA, Crl e com a colaboração da Junta de Freguesia de Colos apresenta dia 8 de Junho pelas 21:00 horas no Salão de Festas de Colos a Estratégia de Desenvolvimento Local, inserida no objectivo de promoção de qualidade de vida nas zonas rurais, de forma a contribuir para o desenvolvimento dos territórios de intervenção.»
Temáticas a abordar:
- Diversificação de Actividades na exploração Agrícola;
- Criação e Desenvolvimento de Microempresas;
- Desenvolvimento de Actividades Turísticas e de Lazer;
- Conservação e Valorização do Património Rural;
- Serviços Básicos para a População Rural;
- Regulamentos de aplicação das acções do eixo 3 do PRODER;
- Avisos de abertura de concursos;
- Processo de formalização das candidaturas.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Caminhada em Colos / Passeio Pedestre
A Sociedade Recreativa Colense tem agendada uma caminhada em Colos, dia 22 de Maio, com a concentração e inicio junto à sede da Sociedade pelas 8:30 da manhã.
Apela-se a todos os interessados para comparecerem, e de preferência levarem um amigo, familiar, conhecido, etc. Organizem-se e vamos caminhar pelos trilhos da nossa terra.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Imagens da minha terra e região
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Actividades da Sociedade Recreativa Colense - Concurso de Fotografia
Estão expostas na sede da Sociedade Recreativa Colense as fotografias relativas ao 1º Concurso de Fotografia, que tem como tema a Vila de Colos.Sete foram os fotógrafos que em boa hora resolveram participar neste concurso, com três fotos cada, vinte e uma fotos no total a concurso.
São diversas as fotografias apresentadas, onde podemos observar as diversas sensibilidades para o mesmo tema.
As paisagens estão em maioria, a nossa terra, através dos seus montes e cerros a sul e oeste proporcionam sempre bonitas e inesquecíveis imagens de Colos, principalmente nesta altura do ano, a primavera com o verde a dominar.
Temos também a paisagem "urbana" de Colos, as suas igrejas e capelas, as suas ruas, lugares e diferentes perspectivas de olhar a terra, até um retrato lá está.
Numa opinião muito pessoal, tenho pena de o concurso não ter sido mais participado, com mais concorrentes e, consequentemente, mais fotos e mais qualidade, não que a qualidade esteja ausente neste conjunto de fotografias, foram apresentadas a concurso fotografias com muita qualidade, olhares extremamente sensíveis que captaram imagens que nos fazem olhar para os mesmos lugares com outros olhos, observar os contextos de outra forma.
A fotografia é uma forma de magia. Magia na medida em que se consegue registar a realidade de uma forma tão real.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Juventude e educação, o hoje e o ontem - A Involução
Olhando a minha terra, a juventude e as novas gerações, não vislumbro qualquer esperança no futuro. Em comparação com o passado, tudo está radicalmente diferente, para pior, por exemplo, antes da malfadada revolução dos cravos, os jovens do Estado Novo tinham objectivos concretos na vida, que eram, fundamentalmente, a procura da sua independência, que se queria cedo, através duma profissão remunerada que lhe permitisse constituir família o mais depressa possível e o mais cedo possível.
Não tinham dinheiro e sabiam que na vida, teriam que vencer pelo esforço e pelo trabalho e que a falta do esforço e do trabalho tinha, normalmente, consequenciais penosas.
A primeira perturbação deste universo foi provocada por uma crise dos valores tradicionais que a revolução de Abril destruiu e subverteu em libertinagem e falsa liberdade.
Os pais de família novos-ricos começam por não acreditar na família. A crise familiar é um mau exemplo que vem de cima, e dentro da maneira como se vivem as relações familiares actualmente, não é possível exigir da juventude que acredite nela como exemplo a seguir.
Mas não só: as actuais famílias apenas acreditam na ditadura do dinheiro, é a cultura do materialismo, e demitiram-se do resto, educação tradicional, valores, história, heranças, etc…
As pedagogias modernas insurgem-se contra os castigos aplicados ás más acções como forma de sanção disciplinar e os jovens têm consciência de que, pelo menos no seu universo familiar as acções são inconsequentes. As forças espirituais por sua vez, falam do pecado com muito pouca convicção e acabaram por criar muito mais situações de interrogação e de dúvida, do que de fé, de esperança e de confiança.
Eu não digo que eram boas todas as formas em que se vivia, mas digo que com a sua destruição era necessário substitui-las por outras iguais ou melhores.
Foi isso que não se verificou, se os esquemas de educação eram “repressivos” deveriam ter substituídos por outros que dessem aos jovens autonomia, independência e confiança em si próprios, o que se obteria em clima de maior rigor politico e de autoridade de estado que iria criar exigência e excelência.
A juventude moderna vive com demasiadas facilidades, os pais compram, com dinheiro e presentes, o afecto dos filhos que vêem fugir-lhes. Temos assim dois cenários: por um lado juventude beneficiada que passou a viver com o dinheiro que sobra dos bolsos de uma franja da sociedade que tem mais do que o necessário para as suas necessidades, e por outro lado uma imensidão de jovens oriundos de famílias carenciadas das grandes periferias das cidades que fazem da marginalidade forma de vida, roubando, matando e violando, infelizmente essa realidade vai, pouco a pouco, também chegando à província onde me encontro e destruindo os últimos redutos de tranquilidade campestre.
Uma facilidade que passou do dinheiro para os próprios comportamentos e que se pode notar pela diferença que vai entre uma juventude que se via lutar pela vida em qualquer trabalho, porque todos os trabalhos são honrados, para uma juventude que apenas se preocupa em viver excessivamente depressa e em completa desordem mental e física.
Estou convencido que a actual crise da juventude vem fatalmente da insegurança e falsas expectativas que se lhe criou e que esses factores, - a insegurança afectiva, ideológica, espiritual e morais, principalmente moral – que ela disfarça na dispersão em que anda e nas agressões que manifesta vem exactamente do amor que lhes falta, e que muitas vezes não receberam e que por isso não aprenderam a dar, e da confiança que perderam em quem lhes devia dar o exemplo – Os pais, filhos da revolução de Abril que tudo corrompeu com as falsas ideologias e promessas de liberdade utópicas.
Não cabe aos governos obrigar os pais e os educadores a darem os bons exemplos, nem os governos são as entidades mais indicadas para criar motivações, valores e relações entre as pessoas, que possam dar á juventude a confiança nos outros que lhe é necessária para crescer e criar novas gerações de Portugueses capazes de manter a tradição e valores únicos de uma Pátria com 860 anos de história.
Os governos podem e devem criar e assegurar as instituições de ensino, para os que quiserem aprender a valorizar-se e a valorizar Portugal.
Podem e devem criar instituições de cultura popular, de desporto, de ocupação de tempos livres, para os que delas quiserem beneficiar para dar à vida um sentido e uma razão.
Podem e devem assegurar a ordem pública, e sempre que ela for perturbada pela juventude ou seja por quem for agir sempre com o objectivo máximo de educar e disciplinar. E poderiam, se isso fosse solução, submeter a juventude à disciplina do que se chama a “caserna jovem nacional”, onde os problemas da juventude se não põem, porque uma ordem nacional implacável não o permitiria.
Não tinham dinheiro e sabiam que na vida, teriam que vencer pelo esforço e pelo trabalho e que a falta do esforço e do trabalho tinha, normalmente, consequenciais penosas.
A primeira perturbação deste universo foi provocada por uma crise dos valores tradicionais que a revolução de Abril destruiu e subverteu em libertinagem e falsa liberdade.
Os pais de família novos-ricos começam por não acreditar na família. A crise familiar é um mau exemplo que vem de cima, e dentro da maneira como se vivem as relações familiares actualmente, não é possível exigir da juventude que acredite nela como exemplo a seguir.
Mas não só: as actuais famílias apenas acreditam na ditadura do dinheiro, é a cultura do materialismo, e demitiram-se do resto, educação tradicional, valores, história, heranças, etc…
As pedagogias modernas insurgem-se contra os castigos aplicados ás más acções como forma de sanção disciplinar e os jovens têm consciência de que, pelo menos no seu universo familiar as acções são inconsequentes. As forças espirituais por sua vez, falam do pecado com muito pouca convicção e acabaram por criar muito mais situações de interrogação e de dúvida, do que de fé, de esperança e de confiança.
Eu não digo que eram boas todas as formas em que se vivia, mas digo que com a sua destruição era necessário substitui-las por outras iguais ou melhores.
Foi isso que não se verificou, se os esquemas de educação eram “repressivos” deveriam ter substituídos por outros que dessem aos jovens autonomia, independência e confiança em si próprios, o que se obteria em clima de maior rigor politico e de autoridade de estado que iria criar exigência e excelência.
A juventude moderna vive com demasiadas facilidades, os pais compram, com dinheiro e presentes, o afecto dos filhos que vêem fugir-lhes. Temos assim dois cenários: por um lado juventude beneficiada que passou a viver com o dinheiro que sobra dos bolsos de uma franja da sociedade que tem mais do que o necessário para as suas necessidades, e por outro lado uma imensidão de jovens oriundos de famílias carenciadas das grandes periferias das cidades que fazem da marginalidade forma de vida, roubando, matando e violando, infelizmente essa realidade vai, pouco a pouco, também chegando à província onde me encontro e destruindo os últimos redutos de tranquilidade campestre.
Uma facilidade que passou do dinheiro para os próprios comportamentos e que se pode notar pela diferença que vai entre uma juventude que se via lutar pela vida em qualquer trabalho, porque todos os trabalhos são honrados, para uma juventude que apenas se preocupa em viver excessivamente depressa e em completa desordem mental e física.
Estou convencido que a actual crise da juventude vem fatalmente da insegurança e falsas expectativas que se lhe criou e que esses factores, - a insegurança afectiva, ideológica, espiritual e morais, principalmente moral – que ela disfarça na dispersão em que anda e nas agressões que manifesta vem exactamente do amor que lhes falta, e que muitas vezes não receberam e que por isso não aprenderam a dar, e da confiança que perderam em quem lhes devia dar o exemplo – Os pais, filhos da revolução de Abril que tudo corrompeu com as falsas ideologias e promessas de liberdade utópicas.
Não cabe aos governos obrigar os pais e os educadores a darem os bons exemplos, nem os governos são as entidades mais indicadas para criar motivações, valores e relações entre as pessoas, que possam dar á juventude a confiança nos outros que lhe é necessária para crescer e criar novas gerações de Portugueses capazes de manter a tradição e valores únicos de uma Pátria com 860 anos de história.
Os governos podem e devem criar e assegurar as instituições de ensino, para os que quiserem aprender a valorizar-se e a valorizar Portugal.
Podem e devem criar instituições de cultura popular, de desporto, de ocupação de tempos livres, para os que delas quiserem beneficiar para dar à vida um sentido e uma razão.
Podem e devem assegurar a ordem pública, e sempre que ela for perturbada pela juventude ou seja por quem for agir sempre com o objectivo máximo de educar e disciplinar. E poderiam, se isso fosse solução, submeter a juventude à disciplina do que se chama a “caserna jovem nacional”, onde os problemas da juventude se não põem, porque uma ordem nacional implacável não o permitiria.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Novo motard em Colos
O nosso conhecido Celso, resolveu aderir aos "motards", mas a escolha da mota é que poder ser considerada, no mínimo, discutível, mas ao menos pela preservação do veiculo tem todo o mérito.
Há, já me esquecia, o capacete também é do mais original que existe, já não se vêem por ai muitos, preserva isso bem Celso que tens ai uma raridade
Até a buzina é de época......
Há, já me esquecia, o capacete também é do mais original que existe, já não se vêem por ai muitos, preserva isso bem Celso que tens ai uma raridade
Até a buzina é de época......
domingo, 25 de abril de 2010
25 de Abril - Toca a comemorar os dias da (falsa) Liberdade
Antes do 25 de Abril a PIDE levava a cabo perseguições políticas a dissidentes do regime vigente (vulgo comunistas). Dizem eles, os comunas e outros tais, que na altura «bastava haver um agrupamento de 3 ou 4 pessoas numa universidade, por exemplo, para aparecerem os gorilas enviados pela PIDE a mandar dispersar as pessoas. Eram detidas pessoas que o seu crime era apenas não concordarem com o regime».
Ora bem, hoje, passados 36 anos, estamos muito mais evoluídos e modernos. Já não há gorilas nas universidades; hoje são escritores e trabalham nos jornais. Os seus mentores não são meros inspectores; são modernos e cosmopolitas empresários. Já não há uma polícia política (PIDE); agora há três (SIS, PJ e DCCB). Dantes não havia julgamentos políticos, as pessoas eram enviadas para a prisão; agora as pessoas são enviadas para a prisão, mas têm direito a julgamento. Pronto, nada é perfeito, porque essas pessoas estão condenadas à partida e os julgamentos são "para inglês ver", mas é uma evolução, não haja dúvida. A base das acusações são igualmente estúpidas, "crimes contra a Humanidade", "defesa do Genocídio", "negação do Holocausto", etc, etc, etc, mas evoluiu-se bastante, porque dantes nem se explicava às pessoas que elas estavam a "cometer um crime contra a Humanidade" (aliás, na altura, nem se sabia bem o que era Humanidade) e hoje explica-se. E, hoje, sabe-se o que é a Humanidade e, portanto, sabe-se como defendê-la. Um exemplo: manda-se tropas portuguesas para o Afeganistão, para defender uma coisa qualquer que não se sabe bem o que é, e defende-se a Humanidade. Essas tropas portuguesas, são as mesmas que há 40 anos foram humilhadas e impedidas de defender o Ultramar Português, de defender o que era nosso contra o imperialismo americano e o comunismo soviético, são essas tropas que hoje lutam e morrem em terras distantes em nome de interesses obscuros, mas não faz mal porque agora vivemos em democracia e defendemos a Humanidade, Outra maneira de defender a Humanidade é legalizar e permitir que os homossexuais "casem" e adoptem crianças. Ora, isto, é defender a Humanidade. Ser contra isto é cometer um crime, estamos no bom caminho, comandados por minorias.
Antigamente prendiam-se pessoas que «se reúniam subversivamente para conspirar contra o regime». Hoje, na Europa da Cultura, prendem-se pessoas que assistem a concertos musicais de cariz nacionalista (independentemente do que lá se canta, porque ninguém tem nada a ver com isso - quer dizer, pelo menos teoricamente não têm, e se calhar eu achar que não têm é a minha ingenuidade a vir ao de cima). Mas acho que, com diálogo (quem não se lembra do pobre Guterres), tudo se pode resolver. Era criar uma comissão de censura para avaliar previamente o que se poderia cantar, ou não, em concertos musicais (mesmo que privados) e tudo seria, assim, muito mais fácil. Claro que isso poderia ser considerado censura mas, porra, está em causa a sobrevivência da Humanidade. Lembrem-se do concerto no Afeganistão..........
Antes, dizem, tínhamos um ditador, Dr. Oliveira Salazar, o tal que salvou o país do caos financeiro instituído a partir da 1ª República, o tal que transformou Portugal num país respeitado no mundo, o tal que, com uma habilidade rara nos manteve neutrais no decorrer da 2ª Guerra Mundial, e mesmo assim conseguindo negociar com Alemães e Aliados, amealhando ouro e riqueza que ainda hoje são utilizados para adiar a inevitável bancarrota, o tal que morreu pobre dedicando a vida ao serviço público defendendo intransigentemente os interesses de Portugal no mundo.
Hoje somos modernos, somos governados por um 1º Ministro que não se sabe bem o que é ou deixa de ser, para alem de mentiroso compulsivo e federasta assumido, uma espécie de vira casacas ao serviço da Europa Federalista, disposto e empenhado em transformar Portugal numa mera província europeia, completamente dependentes de tudo e de todos, estamos modernos sim senhor! Pobres mas modernos!
E não tarda já está ai o 1 de Maio, e para não perder a embalagem da festa:
No Inatel, antiga FNAT, copiada da KdF de Hitler, comemora-se o 1º de Maio, dia do trabalhador. Antes de mais importa saber o que é, actualmente, um trabalhador. A grande referência dos trabalhadores em Portugal, foi, durante muitos anos, Torres Couto, é um trabalhador. Ou seja, hoje em dia um trabalhador é uma pessoa que consegue roubar umas centenas de milhar de contos aos fundos da União Europeia sem ir a julgamento. Depois aparece nos comícios a exigir mais justiça social, mais empregos, menos impostos, tudo isto aliado à vinda de mais imigrantes. No fundo um trabalhador, hoje em dia, é um mágico.
Mas há mais trabalhadores por aí. Há, por exemplo, o trabalhador socialista Paulo Pedroso, que conseguiu a proeza de, mesmo acusado do crime mais hediondo da actualidade, (Pedófilia) arrancar palmas dos seus homólogos (de serem trabalhadores, entenda-se) deputados no parlamento. É obra (de trabalho) e, portanto, magia...
Honra, portanto, ao dia mágico do trabalhador. Toca a comemorar, que temos razões para isso, se a condição psico-física permitir, porque dia 1 ainda estamos enebriados das comemorações organizadas pelos mágicos de Abril.
As pessoas são as unidades basicas das nações, as pessoas devem de ser unas para que as nações sejam unas e fortes. por isso eu quero um portugal branco (não preto, cigano, estrangeiro ou amarelo ) e de tradição cristã (não islâmico, não judeu, não pagão) ,acima de tudo o que eu quero é um simples Portugal, a minha terra, portuguesa , uma terra de gente familiar no meio da qual me possa sentir em casa!
Acima de tudo julgo que isto sim, deveria de ser um direito humano e não toda essa merda que nos vendem nessa cartilha todos os dias divulgada nas televisões, jornais e rádios.
Nós, aqueles como eu, somos da fronteira as sentinelas e os guerreiros maiores da Lusitânia.
Aqui nascemos em eras bem remotas: fica-nos longe o mar das caravelas onde os lenços do adeus e da saudade são asas agitadas das gaivotas...
Outras asas porém, d´águias reais, voando ainda mais alto, junto aos céus, fazem ninho nos píncaros da serra, e com garras mais finas que punhais o defendem, mostrando ao mundo inteiro como é que se defende a nossa terra!
Ora bem, hoje, passados 36 anos, estamos muito mais evoluídos e modernos. Já não há gorilas nas universidades; hoje são escritores e trabalham nos jornais. Os seus mentores não são meros inspectores; são modernos e cosmopolitas empresários. Já não há uma polícia política (PIDE); agora há três (SIS, PJ e DCCB). Dantes não havia julgamentos políticos, as pessoas eram enviadas para a prisão; agora as pessoas são enviadas para a prisão, mas têm direito a julgamento. Pronto, nada é perfeito, porque essas pessoas estão condenadas à partida e os julgamentos são "para inglês ver", mas é uma evolução, não haja dúvida. A base das acusações são igualmente estúpidas, "crimes contra a Humanidade", "defesa do Genocídio", "negação do Holocausto", etc, etc, etc, mas evoluiu-se bastante, porque dantes nem se explicava às pessoas que elas estavam a "cometer um crime contra a Humanidade" (aliás, na altura, nem se sabia bem o que era Humanidade) e hoje explica-se. E, hoje, sabe-se o que é a Humanidade e, portanto, sabe-se como defendê-la. Um exemplo: manda-se tropas portuguesas para o Afeganistão, para defender uma coisa qualquer que não se sabe bem o que é, e defende-se a Humanidade. Essas tropas portuguesas, são as mesmas que há 40 anos foram humilhadas e impedidas de defender o Ultramar Português, de defender o que era nosso contra o imperialismo americano e o comunismo soviético, são essas tropas que hoje lutam e morrem em terras distantes em nome de interesses obscuros, mas não faz mal porque agora vivemos em democracia e defendemos a Humanidade, Outra maneira de defender a Humanidade é legalizar e permitir que os homossexuais "casem" e adoptem crianças. Ora, isto, é defender a Humanidade. Ser contra isto é cometer um crime, estamos no bom caminho, comandados por minorias.
Antigamente prendiam-se pessoas que «se reúniam subversivamente para conspirar contra o regime». Hoje, na Europa da Cultura, prendem-se pessoas que assistem a concertos musicais de cariz nacionalista (independentemente do que lá se canta, porque ninguém tem nada a ver com isso - quer dizer, pelo menos teoricamente não têm, e se calhar eu achar que não têm é a minha ingenuidade a vir ao de cima). Mas acho que, com diálogo (quem não se lembra do pobre Guterres), tudo se pode resolver. Era criar uma comissão de censura para avaliar previamente o que se poderia cantar, ou não, em concertos musicais (mesmo que privados) e tudo seria, assim, muito mais fácil. Claro que isso poderia ser considerado censura mas, porra, está em causa a sobrevivência da Humanidade. Lembrem-se do concerto no Afeganistão..........
Antes, dizem, tínhamos um ditador, Dr. Oliveira Salazar, o tal que salvou o país do caos financeiro instituído a partir da 1ª República, o tal que transformou Portugal num país respeitado no mundo, o tal que, com uma habilidade rara nos manteve neutrais no decorrer da 2ª Guerra Mundial, e mesmo assim conseguindo negociar com Alemães e Aliados, amealhando ouro e riqueza que ainda hoje são utilizados para adiar a inevitável bancarrota, o tal que morreu pobre dedicando a vida ao serviço público defendendo intransigentemente os interesses de Portugal no mundo.
Hoje somos modernos, somos governados por um 1º Ministro que não se sabe bem o que é ou deixa de ser, para alem de mentiroso compulsivo e federasta assumido, uma espécie de vira casacas ao serviço da Europa Federalista, disposto e empenhado em transformar Portugal numa mera província europeia, completamente dependentes de tudo e de todos, estamos modernos sim senhor! Pobres mas modernos!
E não tarda já está ai o 1 de Maio, e para não perder a embalagem da festa:
No Inatel, antiga FNAT, copiada da KdF de Hitler, comemora-se o 1º de Maio, dia do trabalhador. Antes de mais importa saber o que é, actualmente, um trabalhador. A grande referência dos trabalhadores em Portugal, foi, durante muitos anos, Torres Couto, é um trabalhador. Ou seja, hoje em dia um trabalhador é uma pessoa que consegue roubar umas centenas de milhar de contos aos fundos da União Europeia sem ir a julgamento. Depois aparece nos comícios a exigir mais justiça social, mais empregos, menos impostos, tudo isto aliado à vinda de mais imigrantes. No fundo um trabalhador, hoje em dia, é um mágico.
Mas há mais trabalhadores por aí. Há, por exemplo, o trabalhador socialista Paulo Pedroso, que conseguiu a proeza de, mesmo acusado do crime mais hediondo da actualidade, (Pedófilia) arrancar palmas dos seus homólogos (de serem trabalhadores, entenda-se) deputados no parlamento. É obra (de trabalho) e, portanto, magia...
Honra, portanto, ao dia mágico do trabalhador. Toca a comemorar, que temos razões para isso, se a condição psico-física permitir, porque dia 1 ainda estamos enebriados das comemorações organizadas pelos mágicos de Abril.
As pessoas são as unidades basicas das nações, as pessoas devem de ser unas para que as nações sejam unas e fortes. por isso eu quero um portugal branco (não preto, cigano, estrangeiro ou amarelo ) e de tradição cristã (não islâmico, não judeu, não pagão) ,acima de tudo o que eu quero é um simples Portugal, a minha terra, portuguesa , uma terra de gente familiar no meio da qual me possa sentir em casa!
Acima de tudo julgo que isto sim, deveria de ser um direito humano e não toda essa merda que nos vendem nessa cartilha todos os dias divulgada nas televisões, jornais e rádios.
Nós, aqueles como eu, somos da fronteira as sentinelas e os guerreiros maiores da Lusitânia.
Aqui nascemos em eras bem remotas: fica-nos longe o mar das caravelas onde os lenços do adeus e da saudade são asas agitadas das gaivotas...
Outras asas porém, d´águias reais, voando ainda mais alto, junto aos céus, fazem ninho nos píncaros da serra, e com garras mais finas que punhais o defendem, mostrando ao mundo inteiro como é que se defende a nossa terra!
Gerações
A impotência de hoje paralisa as nossas mãos. Mas saibamos tornar a nossa angústia útil à geração que nos vai substituir. Seremos a pedra com a qual os nossos filhos farão um pilar da casa futura e educação é simplesmente a alma de uma sociedade a passar de uma geração para a outra
No fim de tudo, a humanidade que deveria ter seis mil anos de experiência, recai na infância a cada geração.
No fim de tudo, a humanidade que deveria ter seis mil anos de experiência, recai na infância a cada geração.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

























